post:Samuel Augusto
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Esta ai uma das maiores artes e mais belas também não só de assistir como fazer, o ballet. Para quem não sabe o ballet é muito visado no mundo todo, porem também um pouco preconceituoso por homens, por terem vontade de fazerem ballet. Além de ser um esporte clássico o ballet não só ajuda a desenvolver os músculos não só pernas, bunda, mas também para os meninos desenvolve aquela barriguinha tanquinho no qual todos querem e com uns simples exercícios. Então meninos vamos larga esse preconceito e se exercitar porque para vocês no ballet também tem as meninas lindas , bom é questão de querer.

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Balé. Quem nunca ouviu alguém dizer que isso é “coisa de menina” ou ainda “menino bailarino só pode ser viado” ? Pois é. Além de encarar uma maratona de treinos todos os dias, os garotos que decidem fazer balé ainda precisam lidar com outro problema: o preconceito.

Fonte: http://acapa.virgula.uol.com.br/
post: Samuel Augusto
Fonte: http://acapa.virgula.uol.com.br/
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O menino quer ser Bailarino...e agora?
Se seu filho te pedisse para dançar ballet, qual seria sua reação?Geralmente, o ingresso no mundo da dança, por parte dos meninos, ainda mais criança, é infelizmente ainda bastante restrito. Isso se deve ao preconceito associado a dança e a suposta condição homossexual. Tal fato, acaba muitas vezes impedindo o florescer de carreiras talentosas. Billy Elliot é um filme que retrata esta realidade de maneira sensível e emocionante. Aconselho a todos!
A vida do garoto de onze anos Billy Elliot (Jamie Bell), filho de um mineiro de carvão do norte da Inglaterra, muda para sempre quando ele tropeça em uma aula de ballet durante sua lição semanal de boxe.
Em pouco tempo ele encontra-se imerso na dança, demonstrando seu
talento nas aulas de Mrs. Wilkinson (Julie Walters). Com uma língua cáustica e um cigarro constantemente acesso nas mãos, seu entusiasmo pelo ensino de ballet renasce ao ver o potencial de Billy.
Deixando de lado suas outras bailarinas, passa a concentrar-se apenas no ensino de seu novo protegido. Mas Billy tem que ocultar sua participação nas
classes de ballet a seu viúvo pai (Gary Lewis), e a seu irmão (Jamie Draven), pois ambos estão lutando nas minas para trazer algo para comer em casa.
Desta forma, Mrs. Wilkinson vai fazer todo o possível para que Billy consiga uma audição em Londres com o Royal Ballet.
É impossível assistir a Billy Elliot e não sair do cinema encantado com o protagonista-mirim, Jamie Bell, no papel de um garoto de uma pacata cidade ao norte da Inglaterra que decide se dedicar ao balé. Bell, de 14 anos, que também é bailarino na vida real e sofreu na pele os preconceitos pelos quais passa seu personagem, encarna brilhantemente Billy, que mantém em segredo sua paixão pela dança.
A interpretação de Bell torna-se ainda mais impressionante quando o segredo de Billy vem à tona e suas esperanças são barradas. Além disso, o protagonista também é surpreendente dançando.
Mas o filme do diretor Stephen Daldry não se limita a uma história de preconceito. Billy é um aspirante a bailarino na era Tatcher, em meio às greves dos mineradores de carvão na década de 80, retratando a classe média inglesa e seu cotidiano, influências políticas e costumes.
Os mais sensíveis certamente derramarão lágrimas por Billy Elliot, cuja história retrata nada mais do que a luta de um menino tentando tornar-se adulto e vencer intolerâncias atemporais.
Fonte: http://sites.google.com/site/evelyntosta/profissao-danca-o-que-e-isso/mitos-e-verdades-sobre-o-mundo-da-danca/trabalhos-oferecidos/home/este-menino-quer-ser-bailarino
Post: Samuel Augusto
A vida do garoto de onze anos Billy Elliot (Jamie Bell), filho de um mineiro de carvão do norte da Inglaterra, muda para sempre quando ele tropeça em uma aula de ballet durante sua lição semanal de boxe.
Em pouco tempo ele encontra-se imerso na dança, demonstrando seu
Deixando de lado suas outras bailarinas, passa a concentrar-se apenas no ensino de seu novo protegido. Mas Billy tem que ocultar sua participação nas
Desta forma, Mrs. Wilkinson vai fazer todo o possível para que Billy consiga uma audição em Londres com o Royal Ballet.
É impossível assistir a Billy Elliot e não sair do cinema encantado com o protagonista-mirim, Jamie Bell, no papel de um garoto de uma pacata cidade ao norte da Inglaterra que decide se dedicar ao balé. Bell, de 14 anos, que também é bailarino na vida real e sofreu na pele os preconceitos pelos quais passa seu personagem, encarna brilhantemente Billy, que mantém em segredo sua paixão pela dança.
Mas o filme do diretor Stephen Daldry não se limita a uma história de preconceito. Billy é um aspirante a bailarino na era Tatcher, em meio às greves dos mineradores de carvão na década de 80, retratando a classe média inglesa e seu cotidiano, influências políticas e costumes.
Os mais sensíveis certamente derramarão lágrimas por Billy Elliot, cuja história retrata nada mais do que a luta de um menino tentando tornar-se adulto e vencer intolerâncias atemporais.
Fonte: http://sites.google.com/site/evelyntosta/profissao-danca-o-que-e-isso/mitos-e-verdades-sobre-o-mundo-da-danca/trabalhos-oferecidos/home/este-menino-quer-ser-bailarino
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Homens na dança
Quando se fala em dança , a imagem das mulheres é automaticamente associada e quando o assunto é 'homens que dançam', é fácil estabelecer confusões entre sexo, gênero e sexualidade. Porém, o fato curioso é que investigando a História da Dança percebe-se que as origens desta manifestação humana foram construídas pelo poder do homem. As mulheres vieram para acrescentar beleza e feminilidade. Ninette de Valois, fundadora do Royal Balletde Londres ressalta esta questão afirmando que “ A história da dança é a história de homens dançarinos e homens coreógrafos. Não tem nada feito por mulheres, exceto em papel secundário” . Esta dominação por exemplo, podia ser percebida nas sociedades primitivas. Nelas as danças eram divididas entre masculinas e femininas, sendo as primeiras mais numerosas que as últimas. As danças de caráter masculino eram sempre associadas com caça, guerra, força , conquista, poder e dominação, enquanto as femininas ligam-se à fecundidade , fertilidade, afazeres domésticos , festejo de núpcias, sedução e parto. Homens e mulheres deveriam estar cada qual “no seu lugar”, ou seja, havia uma divisão clara daquilo que um e o outro poderiam fazer em termos de dança. E o ato “transgressor” de gênero era passível de morte para quem o praticasse. Outro exemplo são as danças de salão, nas quais o homem também impõe sua condição dominante. É ele o responsável pela condução da dama, que deve literalmente acompanhar seus passos. No balé, esta dominação não se mostrou diferente. O próprio inventor desta arte era uma figura masculina: O Rei Absolutista Francês Luís XIV. Foi somente no século XVIII, com o apogeu do Romantismo que as mulheres se tornariam o elemento principal e predominante na dança. E é a partir daí que o estigma da supremacia feminina nasce e cresce. Entretanto, a Contemporaneidade traz à luz do palco, o resgate do masculino neste universo de sensibilidade e magia. Afinal, homens ocupando lugares de destaque no cenário da dança nunca foi algo incomum. Sejam como bailarinos, coreógrafos ou pensadores ,eles sempre estiveram ali.
Por: Evelyn Tosta
Post: Samuel Augusto
Por: Evelyn Tosta
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
História do Ballet

O ballet é a dança mais complexa que existe. Seus movimentos que não se limitam somente ao chão, explora também o ar em saltos surpreendentemente belos. O preparo necessário para a execução de cada movimento, a graciosidade dos bailarinos misturadas a força é o que dá toda a grandeza dessa arte doce e forte.
A História do Ballet
As origens do balé surgiram em celebrações públicas italianas e francesas nos séculos XV, XVI e XVII. Na Itália a impulsiva representação dramática resultou no balleto, --- de ballo (" dança" ) e ballare ("dançar" ) --- enormes espetáculos durando horas (e até mesmo dias) e utilizando dança, poemas recitados, canções e efeitos cênicos, todos organizados em torno de um enredo principal e com homens e garotos ricamente trajados no lugar da corte encenando os principais papéis. Os espetáculos eram apresentados em grandes salões ou em quadras de tênis (Teatros modernos não eram construídos antes do séc. XVI). A audiência para estas apresentações era composta principalmente por pessoas da corte, que contratavam dançarinos de alto escalão para ensinar aos amadores. Em 1460, Domenico da Piacenza escreveu um de seus primeiros manuais de dança.
A História do Ballet
As origens do balé surgiram em celebrações públicas italianas e francesas nos séculos XV, XVI e XVII. Na Itália a impulsiva representação dramática resultou no balleto, --- de ballo (" dança" ) e ballare ("dançar" ) --- enormes espetáculos durando horas (e até mesmo dias) e utilizando dança, poemas recitados, canções e efeitos cênicos, todos organizados em torno de um enredo principal e com homens e garotos ricamente trajados no lugar da corte encenando os principais papéis. Os espetáculos eram apresentados em grandes salões ou em quadras de tênis (Teatros modernos não eram construídos antes do séc. XVI). A audiência para estas apresentações era composta principalmente por pessoas da corte, que contratavam dançarinos de alto escalão para ensinar aos amadores. Em 1460, Domenico da Piacenza escreveu um de seus primeiros manuais de dança.

Ballet Romântico
O Ballet Romântico é um dos mais antigos e que se consolidaram mais cedo na história do Ballet. Esse tipo de dança atraiu muitas pessoas na época devido o Movimento Romântico Literário que ocorria na Europa na primeira metade do século XIV, já que se adequava à realidade da época, pois antes as pessoas diziam que não gostavam de Ballet porque não mostrava nada do real. Os ballets que seguem a linha do Romântico pregam a magia, a delicadeza de movimentos, onde a moça protagonista é sempre frágil, delicada e apaixonada. Nesses Ballets se usam os chamados tutus românticos, saias mais longas que o tutu prato. Estas saias de tule com adornos são geralmente floridas, lembrando moças do campo. Como exemplos de Ballets Românticos podemos citar 'Giselle', 'La Fille Mal Gardèe' e 'La Sylphides'.

Ballet Clássico
O Ballet Clássico, ou Dança Clássica, surgiu numa época de intrigas entre os Ballets Russo e Italiano, que disputavam o título de melhor técnica do mundo. Sua principal função era expremer ao máximo a habilidade técnica dos bailarinos e bailarinas e o virtuosismo que os passos de ballet poderiam mostrar e encantar toda a platéia. Um exemplo deste virtuosismo são os 32 fouettés da bailarina Pierina Legnani em 'O Lago dos Cisnes', ato que fazia milhares de pessoas ficarem de boca aberta. Esses Ballets também se preocupavam em contar histórias que se transformaram basicamente em contos de fadas. Nestes Ballets procura-se sempre incorporar seqüências complicadas de passos, giros e movimentos que se adaptem com a história e façam um conjunto perfeito. No Ballet Clássico a roupa mais comumente usada eram os tutus pratos, aquelas sainhas finas de tule, marca característica da bailarina, pois permitiam que as pernas da bailarina fossem vistas e assim ficasse mais fácil verificar se os passos estavam sendo executados corretamente. Como exemplos de Ballets Clássicos temos o já citado 'O Lago dos Cisnes' e 'A Bela Adormecida'.

Ballet Contemporâneo
O Ballet Contemporâneo, mais conhecido por Ballet Moderno, foi criado no início do século e ainda preserva o uso das pontas e gestuais ainda muito próximos do Ballet Clássico. Neste estilo de dança a coreografias começam a ter ideologias diferentes. Não há mais uma história que segue uma seqüência de fatos lógicos, mas sim muitos passos do ballet clássico misturados com sentimentos. As roupas usadas no Ballet Contemporâneo são geralmente colants e malhas, como em uma aula normal, para dar maior liberdade de movimento aos dançarinos. É o estilo que vem antes da dança moderna, que esquecerá os passos clássicos, dando ênfase somente aos movimentos corporais. Seu principal difusor foi George Balanchine, em Nova York, com belíssimas coreografias como Serenade, Agon e Apollo.
By: Luisa Plant
o namorado da bailarina
...tem que ter jogo de cintura
Amá-la com desenvoltura.
Enquanto beija ela sem parar
Força sua an dehors
Tudo é motivo pra se alongar
Mas com você é bem melhor.
A bolsa dela é mais pesada
Sempre com sua sapatilha
O namorado leva sua bolsa
Expressando sua alegria
Em dia de apresentações
É o primeiro a chegar
Bate palmas de pé
As vezes chega a chorar
No final a comprimenta
parabenizando pela apresentação
Sente pulsar o coração
Apenas em segurar sua mão
Vai buscar ela na escola de dança
Ela ainda com o coque na cabeça
Abraça-a bem junto a ele
Contemplando sua beleza
Namorar bailarina não é fácil
A paciência nunca pode faltar
Mas quem ama uma bailarina
Em todo sua vida vai a amar!
by: http://maylopez.blogspot.com/
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